Apple supera Samsung em 2025 e volta ao topo global de smartphones
Apple retoma o posto de maior fabricante de celulares em 2025, com forte demanda por iPhone 17 e 19,4% de mercado global — entenda os dados.
Em 2025, o mercado global de smartphones pode passar por uma reviravolta histórica: pela primeira vez em 14 anos, Apple deve ultrapassar Samsung no ranking mundial de vendas de aparelhos. Com o lançamento recente da linha iPhone 17 e uma forte retomada do ciclo de substituição de dispositivos, a Apple retoma a liderança, alterando o equilíbrio que vinha se mantendo desde 2011. A notícia interessa tanto a consumidores quanto a fabricantes, desenvolvedores e entusiastas de tecnologia: ela revela tendências de mercado, comportamento dos usuários e os rumos da indústria nos próximos anos. Neste artigo, você vai conhecer os dados mais recentes, os fatores que contribuíram para essa virada, os impactos para o setor e o que isso pode significar para quem planeja trocar de celular ou desenvolver apps e serviços.
Dados que mostram a virada
Projeções para 2025
Segundo estimativas da empresa de pesquisa Counterpoint Research, a Apple deve atingir 19,4% da participação global de embarques de smartphones em 2025, ultrapassando a Samsung, projetada com 18,7%.
Em números absolutos, isso corresponde a aproximadamente 243 milhões de iPhones entregues contra cerca de 235 milhões de aparelhos Samsung.
Contexto recente que estimulou a mudança
No primeiro trimestre de 2025, a Apple já havia recuperado a liderança global em vendas de smartphones em volume, impulsionada pelo modelo iPhone 16e e por forte demanda em mercados fora da América do Norte e Europa — como Japão, Índia e Sudeste Asiático.
A Samsung seguiu vendendo bem: no terceiro trimestre de 2025, por exemplo, ela entregou cerca de 61,4 milhões de unidades, enquanto a Apple registrou crescimento de quase 3% no mesmo período.
Mas foi o novo ciclo de atualizações — impulsionado por consumidores que haviam adiado trocas durante a pandemia — e o lançamento da linha iPhone 17 que ofereceram à Apple a tração necessária para retomar a frente.
Por que a Apple voltou ao topo
1. Forte aceitação dos novos iPhones
A linha iPhone 17, lançada em 2025, superou as expectativas iniciais. Em muitos mercados, o apelo do novo design, desempenho e marketing fez com que a demanda superasse a da geração anterior.
Com isso, a Apple aproveitou o chamado “ciclo de substituição” (quando usuários trocam aparelhos antigos por novos), principalmente entre quem comprou smartphones durante o boom de dispositivos na pandemia.
2. Estratégia global mais ampla
Enquanto em mercados maduros (EUA, Europa, China) a concorrência é mais acirrada, a Apple conseguiu rebalancear seu foco e ganhar força em regiões como Índia, Sudeste Asiático, Japão e Oriente Médio — onde a procura por modelos premium e intermediários cresceu.
Esse movimento reflete uma diversificação geográfica acertada, que suaviza a dependência de poucos mercados.
3. Expansão da base de troca e mercado de usados
Relatórios mostram que milhões de iPhones de gerações anteriores — muitos adquiridos durante a pandemia — agora estão sendo substituídos. Esse efeito de “upgrade em massa” favoreceu a Apple, que conseguiu converter usuários antigos em compradores de novos aparelhos.
O que isso muda para o mercado de smartphones
📈 Para consumidores
Maior reconhecimento de valor dos iPhones: com a liderança renovada, Apple reforça sua reputação de fabricante premium com produtos desejados globalmente.
Potencial de renovação de aparelhos mais frequente: se a tendência de upgrades continuar, pode haver mais ofertas no mercado de usados ou programas de troca.
Maior competição de preços e modelos: para manter atratividade, fabricantes rivais devem continuar investindo em intermediários e custo-benefício.
💼 Para desenvolvedores e empresas tech
Mercado de apps iOS mais aquecido: crescimento da base instalada de iPhones pode gerar maior demanda por apps, serviços e conteúdos voltados a iOS.
Incentivo à inovação: com disputa acirrada, fabricantes devem acelerar atualizações, novos recursos e integrações — algo relevante para quem trabalha com mobile.
Diversificação de público: com expansão em mercados emergentes, há espaço para soluções mobile adaptadas a diferentes realidades socioeconômicas.
🏭 Para a indústria
Novo ciclo de concorrência: Samsung e fabricantes Android não devem recuar — a disputa por volume, preço e inovação deve se intensificar.
Pressão por inovação constante: adequar hardware, modelos de negócio e ciclos de lançamento será essencial para se manter relevante.
Importância dos mercados emergentes: regiões fora do “círculo tradicional” passam a ter papel decisivo na estratégia global de fabricantes.
Potenciais riscos e desafios
Dependência de lançamentos bem-sucedidos: a liderança da Apple neste momento está fortemente ligada ao iPhone 17. Se futuros lançamentos não repetirem o sucesso, a vantagem pode ser perdida.
Preço elevado em mercados sensíveis: em regiões menos abastadas, o custo alto dos Iphones pode limitar o crescimento.
Concorrência de marcas de baixo/médio custo: fabricantes Android de preço acessível seguem crescendo, e podem tirar volume globalmente mesmo que não disputem diretamente o premium.
Ciclos de substituição imprevisíveis: há o risco de que o “boom de upgrade” termine — o que reduziria a demanda nos próximos anos.
O que observar nos próximos anos
A performance da linha iPhone 17e (modelo mais acessível que a Apple planeja lançar) — pode ampliar a base de usuários em mercados sensíveis ao preço.
A possível chegada de um iPhone dobrável (foldable), algo que poderia desafiar ainda mais fabricantes Android no segmento premium.
A competitividade crescente dos aparelhos Android intermediários e acessíveis, sobretudo em mercados emergentes — o que pode equilibrar a disputa global.
O comportamento dos consumidores após o ciclo de upgrades pós-pandemia: se for mais tranquilo, fabricantes terão de buscar inovações reais para gerar demanda.
Conclusão
A provável retomada da liderança da Apple em 2025 marca mais que uma disputa entre gigantes: representa uma mudança de fase no mercado global de smartphones. Com a combinação da linha iPhone 17, estratégia de mercado global e o ciclo de substituição acelerado, a Apple reconquista o topo — por ora. Mas a corrida está longe de acabar. Para consumidores, desenvolvedores ou empresas, este é o momento de observar tendências, planejar compras e apostas com cuidado.
E você: pretende trocar seu celular em 2025? Ou acha que a briga entre Apple e Samsung vai equilibrar nos próximos anos? Comente abaixo!
Fontes: Counterpoint Research, Bloomberg, Economic Times, Reuters, TechRadar, Tudocelular
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